Você tem medo do escuro?

Gritos

O quadro negro estava vazio, à espera do começo do pandemônio de números em seu ventre educador por um giz tão pálido como um defunto. Eram 8 horas da manhã, horário em que a aula da 4a série começava e logo iniciaria com Matemática. 

- A professora tá atrasada…- comentou Talyta, uma menina de 10 anos como todas as crianças da classe. Ela era negra e um pouco baixa. 

- O que será que houve? - indagou Alessandra, uma menina de pele branca e cabelos pretos. - Milagre o auxiliar de disciplina não está aqui para organizar a sala, deve estar tentando localizar a professora.

O restante não tinha nenhuma preocupação, eram só guerras de bolinhas de papel e lápis que pegavam ousadamente nos estojos de seus colegas, que atingiam em todos os 15 alunos da 4a B, os quais estavam cercados por paredes bege, murais, carteiras de ferro com almofadas “casadas” nos lugares onde recosta-se as bundas pueris e as colunas eretas, um tablado cinza que servia para a professora de um 1,60m ficar mais alta e logo do lado, havia uma mesa-escrivaninha muito interessante, onde o celular digital da educadora gritava às vezes com uma música inglesa, fazendo-a desculpar-se.

A única que não respondia as represálias de papel e outros, era Camila que estava sentada, quieta, como sempre fora. Uma menina de cabelos louros, onde as pontas batiam-se perfeitamente nos ombros cobertos pelo tecido colossalmente bom; olhos verdes belos, a qual as meninas não falavam, os meninos achavam bonita e todos a consideravam fechada como uma criança que não conseguiu o que quer, mas ela tirava as maiores notas da sala e a que era mais reparadas pelos garotos maiores que conversavam com ela, nem ocultando suas espinhas que já brotavam, ela chegou a beijar um cara simpático certa vez, sem língua, mas o garoto mudou-se de lá. 

- O que você acha que aconteceu, Camila? - perguntou Rebecca, uma de cabelos curtos e pretos e olhos cor de mel.

Demorou um tempo, até que a loura inteligente perceber que falavam com ela, que queriam sua opinião. 

A menina continuou séria e respondeu sem pensar no impacto de sua fala de voz suave e segura:

- Ela está morta. Ela acabou de ser atropelada na rua Sabino Silva, quando ia pegar um ônibus para vim para cá. 

- Vira essa boca para lá! - exclamou Alessandra, que voltou-se indignada para as outras colegas, para começarem a falar mal da menina loura.

"Idiota! Acha que sabe das coisas."

" Deve tá achando que tem os olhos de Deus…"

" Ou os de Satã."

Camila odiou suas colegas por não terem acreditado em sua visão, no que ela vira, viu o sangue da professora derramar no asfalto como um bebê derramando sua sopa de tomate no chão da cozinha.

Nesse exato momento, Aurélio, um moreno de cabelos pretos como a meia-noite numa caverna e olhos pareciam que abelhas puseram mel nas “lagoas brancas” logo quando o menino nasceu, entrou na sala, com uma grande mochila preta nas costas de seu corpo de um 1,47m. 

- Mochila nova, Au? - perguntou Leandro, um baixo de cabelos lisos e castanhos e olhos azuis.

- É, sim! Vocês gostaram?

- É tão feia quanto o dono! 

Os garotos começaram a jogar giz em Aurélio, que logo sentou-se na cadeira ao lado de Camila, emburrado. 

Naudeck estava sentado na sua carteira e nada fez contra o garoto, pois era um menino muito maduro e compreensivo para fazer idiotices como recriminar um colega. Seus olhos verdes mostravam um ver sábio das coisas, sua pele branca demonstrava tranqüilidade. Seria um grande cidadão quando crescesse, ele cativava muita gente por causa da sua disciplina e inteligência e não amargurava-se por não tirar as notas à cima de Camila.

Rebecca comentou para o grupinho de meninas:

- Olhem! Os patetas estão sentados um perto do outros!

- Que dupla idiota! - falou Talyta.

- Aposto que não sabem o que é um beijo… - disse Alessandra.

- E você sabe, Alê? - perguntou Ingrid, uma gordinha de cabelos cor de areia e olhos azuis escuros.

- Claro! Dei um ontem em meu primo! É delicioso! A gente bota a língua e fica num enrosca bem doido…

- Que legal! E o dente? Não se bate? - perguntou Rebecca.

- Eu já nasci sabendo isso.

Todas riram.

Camila fitava Aurélio. 

- Que é? Tá me achando bonito?

- O objeto que está em sua mochila é muito perigoso.

- Não tem nada em minha mochila! 

- Um revólver calibre 38.

O garoto suou. Olhou para os lados, hesitando. Depois de um minuto passando a língua nos lábios, como se nesse houvesse um demônio microscópico, o qual ele queria expulsar a qualquer custo e então, finalmente falou com a menina:

- Como sabe? Eu acabei de chegar…você não pode ter mexido em minhas coisas…mas eu sou mais poderoso que você! Tenho…ela! Não pode me impedir de nada! Eu tenho a arma!

- Não a use, por favor! Sei que você tem raiva de todos, mas não use esse revólver! - falou a garota com um olhar indescritível, mostrando a sensualidade de uma modelo e quase uma malevolência de um tigre perto do ataque.

Todos começaram a perceber a cena.

Aurélio tirou a mochila das costas, abriu-a e tirou um revólver que brilhou com as luzes fluorescentes da sala de aula. A arma de fogo tinha um preto bonito que hipnotizava o seu domador.

O garoto levantou-se e gritou:

- Eu sou mais poderoso que você!

A boca do revólver estava na direção de Camila, mas ela nada podia fazer, era paranormal, mas não conseguia mover objetos com a mente.

Logo chegaria o auxiliar de disciplina Jean, para dar a notícia:

A professora faleceu. Foi atropelada esta manhã.

Aí todos acreditariam!

O moleque disparou.

Gritos de ecoaram pela classe quando a bala dilacerou o peito infantil… 

(Eles acreditariam!!!)

…de um garoto que estava atrás de Camila. O matador era muito imaturo para acertar o alvo. Naudeck morreu sangrando, jogado em cima das carteiras escolares, fora acertado quando levantou-se para impedir Aurélio, mas logo uma bala o arremessou para trás, deixando-o a ficar com os olhos fixados no teto com uma enorme mancha vermelha no meio da camisa branca do colégio. Aurélio disparou mais uma vez no meio da correria dos estudantes. 

( Eles estão correndo para não morrer querem a vida! Eu também a quero!)

A bala atravessou de têmpora a têmpora na cabeça de Rebecca e depois acertou o quadro, provocando uma pequena cratera, melado do sangue da garota, que jorrou no quadro negro limpo. 

Aurélio viu que Alessandra passava perto dele e a deu um soco no pescoço, antes que ela escapasse correndo como os outros e puxou-a pela garganta com os dedos da mão esquerda, e com a mão direita movimentou o revólver até colocar o cano dentro da boca da menina, enquanto seus colegas gritavam saindo da sala e indo para os corredores, a fim de se salvarem ou falarem para qualquer funcionário que encontrassem para poderem agarrar um assassino de 10 anos que segurava uma arma com balas impiedosas. 

Apertou o gatilho e logo uma cratera formou-se na parte superior do crânio da menina e uma explosão de miolos que caíram sobre as carteiras em desordem, acompanhados de um sangue soturno que eram iluminados pelas luzes incessantes da sala de aula.

Ao mesmo tempo em que o corpo de Alessandra desabou para beijar os fragmentos de seu próprio cérebro, o auxiliar de disciplina Jean chegou e agarrou Aurélio por trás, antes que ele disparasse novamente, desarmando-o e levando-o para a diretoria.

A polícia chegou mais tarde para ver o que estava acontecendo e encontraram um garoto perturbado que dizia ter achado o revólver muito bonito e queria mostrar aos colegas, um menino com uma bala no peito, uma menina com um buraco na cabeça e outra com os miolos despedaçados e uma garota loura que pedia para os policiais irem para a rua Sabino Silvo, pois ela precissava fazer todos acreditarem que a professora estava morta.

Mais tarde a história se confirmou e Camila sentiu-se superior aos seus colegas, não mais pela inteligência e sim por ter poderes que eles não tinham, como ver coisas e outra como controlar mentes de pessoas, como fizera com Aurélio, mas isso ninguém precisava saber. Ninguém nunca saberia. 

Fonte: apocalipse2000

10/6/2014 | note 1 nota| Reblog |


10 historias de Doppelgänger

Doppelgänger é uma palavra do idioma alemão que designa uma “duplicata andante”, uma “réplica” sua que anda por aí, se fazendo passar por você. Interpretado pelos místicos como sendo uma criatura sobrenatural, como uma cópia espiritual ou então um gêmeo demoníaco, ele traria confusão à vida da pessoa.

A ciência não tem uma explicação definitiva para o fenômeno, embora saiba-se que algumas doenças façam com que a pessoa tenha a sensação de que há alguém atrás dela, imitando seus movimentos, ou até mesmo que ela veja esta pessoa, no caso da esquizofrenia. Seja lá o que for, até mesmo pessoas famosas alegaram ser assombradas por doppelgängers. Veja aqui 10 casos de arrepiar destas réplicas malditas.

10. Johann Wolfgang von Goethe

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O famoso escritor, poeta e político alemão Goethe (1749-1832) era assombrado pelo fenômeno. Certa vez, estava cavalgando por uma trilha depois de deixar a casa de uma moça chamada Frederika, quando percebeu uma pessoa misteriosa vindo na sua direção.

Segundo Goethe, ele viu, “com o olho da mente”, que a tal pessoa era ele mesmo, mas com roupas diferentes. Como a misteriosa aparição sumiu, Goethe eventualmente esqueceu o caso. Oito anos mais tarde, ele estava percorrendo o mesmo caminho, mas na direção oposta, quando percebeu que estava vestindo exatamente a mesma roupa que o seu doppelgänger teria usado anos atrás.

E aquele não foi o único doppelgänger que Goethe viu. Em outra ocasião, ele viu seu amigo Friedrich andando na rua, usando um roupão de Goethe. Estupefato, foi para casa e lá encontrou Friedrich, usando o mesmo roupão que a aparição. Seu amigo tinha sido surpreendido pela chuva e pegara emprestado o roupão enquanto as roupas dele secavam.

9. Catarina, a Grande

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Conta-se que Catarina, a Grande, poderosa imperatriz da Rússia do século 18, foi acordada por seu servos certa noite, que estavam preocupados por terem visto ela entrar na sala do trono. Quando foi conferir, Catarina encontrou a doppelgänger sentada calmamente no trono. Ordenou imediatamente que seus guardas atirassem no fantasma. Não se sabe se efeito as balas tiveram na doppelgänger, só que Catarina veio a falecer não muito tempo depois.

8. Percy Bysshe Shelley

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O marido de Mary Shelley, autora de Frankenstein, era mesmo um poeta, e parece que, do casal, era ele quem via fantasmas e monstros. Ou, pelo menos, doppelgängers. Pouco antes de morrer afogado, em 1812, Percy confessou a Mary que ele havia encontrado seu doppelgänger várias vezes. Um destes encontros teria acontecido quando Percy entrou em um terraço, onde foi saudado por seu doppelgänger, que lhe perguntou “por quanto tempo vais ficar contente?”

Por mais estranho que pareça, o doppelgänger de Percy apareceu também para sua amiga Jane Williams, que o viu passar pela janela dela, em um caminho que o Percy costumava tomar, mas se dirigiu a um beco sem saída e nunca mais retornou. O Percy de verdade não estava nem perto.

7. Sir Frederick Carne Rasch

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Em 1906, durante uma sessão do Parlamento Britânico, o parlamentar Sir Gilbert Parker viu, assistindo a um debate, seu amigo Sir Frederick Carne Rasch, que, para todos os efeitos, estava em casa com uma gripe. Cumprimentando o amigo, Sir Gilbert disse “espero que você esteja se sentindo melhor”, mas Sir Carne não esboçou reação, ficou ali, sentado, com uma expressão sombria no rosto. Quando olhou novamente para o local em que o amigo havia estado, Sir Gilbert não o viu mais, mas conversando com os amigos, outros afirmaram tê-lo visto, embora ninguém o tenha visto saindo da sala.

Quando o verdadeiro Sir Carne foi informado do incidente, ele contou que não se espantava que seu espírito tivesse ido ao Parlamento dar uma espiada, afinal ele estava muito interessado naquele debate. A família de Sir Carne ficou apavorada, mas o que mais incomodou Sir Carne sobre o incidente foi que seus colegas, sempre que o viam, cutucavam-no para ver se era real ou uma assombração. Ele chegou a escrever uma carta sarcástica a um jornal local, desculpando-se por não ter tido o bom senso de morrer quando seu doppelgängerfoi visto.

6. Rainha Elizabeth I

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Última da linhagem dos Tudor a governar a Inglaterra (de 1558 a 1603), a Rainha Elizabeth I da Inglaterra era uma monarca carismática, sensata e experiente, o tipo de pessoa que não se espera que se meta com o paranormal.

Mesmo assim, ela alega ter visto sua doppelgänger deitada imóvel em sua cama, como um cadáver exposto para visitação. A experiência foi assustadora, principalmente porque a crença é de que significa morte, e, embora pudesse ser considerada produto da mente de uma governante idosa e estressada, Elizabeth I realmente faleceu não muito tempo depois.

5. Maria de Jesus de Agreda

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Normalmente, os doppelgänger são percebidos como sinistros, mas em alguns casos acredita-se que a pessoa real consiga controlá-los, usando-os como uma espécie de segundo corpo para fazer “bilocação” para outros lugares em um instante. No século 17, exploradores e missionários que chegaram ao Novo Mundo ficaram espantados de encontrar tribos no Novo México praticando o catolicismo. Questionados, os indígenas contaram que haviam sido convertidos por uma misteriosa mulher de azul que os ensinava e até mesmo lhes entregara crucifixos e outros itens de adoração.

Pesquisa cuidadosa levou a Maria de Agreda, uma freira espanhola que vestia azul. Ela alegava ter ensinado o cristianismo aos indígenas americanos usando “bilocação” para cruzar o oceano. Maria nunca havia deixado o convento e conhecia o lugar como “uma terra selvagem”, mas sua história convencera os sacerdotes.

Mais tarde, a Inquisição suspeitou de Maria, mas resolveram inocentá-la da acusação de bruxaria, e seu poder foi declarado como de origem divina. Entretanto, ao mesmo tempo em que ela se tornou celebridade mundial, sua história foi mudando várias vezes. Algumas vezes, ela alegava que havia sido pressionada a dizer que conseguia enviar sua cópia espiritual para outro continente, e em outras vezes dizia que era tudo verdade.

4. Abraham Lincoln

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“Abe Honesto”, como era conhecido, não escondia seu interesse no paranormal, pelo menos em conversas particulares. De acordo com o que dizia, ele mesmo teria experimentado alguma atividade paranormal. Segundo seu relato, no dia da sua primeira eleição ele descansou alguns momentos em seu coche durante a tarde. Deitado ali, ele olhou de relance ao espelho e viu dois reflexos de si mesmo. Ao levantar-se, odoppelgänger desapareceu. Quando se sentou novamente, ele reapareceu.

Lincoln teria ficado espantado, e sua esposa ficou apavorada, convencida de que o doppelgänger significava que o marido seria re-eleito no futuro, mas que não sobreviveria ao segundo turno. Lincoln tentou repetir o experimento outras vezes, mas parece ter visto o doppelgänger apenas mais uma vez, e depois ele desapareceu de vez. Talvez tenha cumprido sua missão e avisado do futuro de Lincoln – ou então alguém consertou o espelho.

3. George Tryon

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O dia 22 de junho de 1893 não foi um bom dia para o vice-almirante George Tyron. No comando de duas colunas de navios, ele ordenou que ambas se voltassem uma na direção da outra, o que se acabou se revelando fatal. Os navios se chocaram e o navio em que Tyron estava afundou como uma pedra, levando o vice-almirante e outros 357 homens. Suas últimas palavras teriam sido “A culpa é toda minha”.

Ao mesmo tempo, a esposa de Tyron estava dando uma festa aos amigos em seu lar, em Londres. Para surpresa dos convivas, Tyron apareceu na festa, descendo solenemente uma escada, atravessando a sala, abrindo a porta como para se retirar, e então desaparecendo. Ele estaria vestido com o uniforme completo.

Entretanto, a história tem alguns furos. Segundo alguns, Lady Tyron estava ocupada com os convivas e nunca viu o doppelgänger, enquanto outros afirmavam que ela estava entre os que testemunharam a aparição. Curiosamente, a história tem muita semelhança com velhas lendas do mar, segundo as quais o espírito de marinheiros aparecia para a família para avisar de sua morte no mar.

2. Guy de Maupassant

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O escritor francês também tem uma história de interação com um doppelgänger. Ele teria interagido regularmente com seu gêmeo fantasma, que teria lhe ditado uma história curta, The Horla. O conto é sobre um homem cuja sanidade é consumida lentamente por um espírito mau que o usava como hospedeiro. Como um eco da história, a saúde mental de Maupassant também começou a deteriorar pouco tempo depois de ele concluir o conto.

Outra versão da história afirma que o doppelgänger não havia ditado a história, mas desaparecera quando de Maupassant chamara seu servo. Meses mais tarde, a aparição teria retornado, entrado no quarto do escritor, olhando-o com uma expressão triste. Depois, teria sentado e colocado a face entre as mãos, como em desespero. Convencido de que o doppelgänger trazia más notícias, o horrorizado de Maupassant viu sua própria vida se deteriorar, e morreu em um asilo um ano mais tarde.

1. Emilie Sagee

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Sagee trabalhou em uma escola só para meninas, e era uma boa professora, mas por algum motivo ela ficava mudando de emprego. Em 16 anos, trocou de posição 19 vezes! Em 1845, a escola descobriu o motivo: Sagee seria o centro de uma atividade de doppelgänger muito estranha. Sua gêmea espectral teria sido vista primeiro durante uma aula, algo testemunhado por suas 13 alunas (mas não pela própria professora), imitando todos seus movimentos. Depois, ela teria sentado atrás dela, imitando-a enquanto ela comia.

A própria Sagee nunca havia percebido a aparição, embora todo mundo pudesse vê-la claramente. Durante estes episódios, ela ficava estranhamente grogue, enquanto a doppelgänger fazia coisas que Sagee mais tarde afirmava que estava pensando em fazer naquele momento, o que sugere que ela tinha algum controle subliminar sobre ela.

Em pouco tempo, a doppelgänger começou a se aventurar mais longe de Sagee, aparecendo uma vez em uma sala cheia de estudantes, sentando-se calmamente na cadeira do professor enquanto Sagee estava do lado de fora, trabalhando no jardim. Os poucos que se atreveram a se aproximar da doppelgänger contam que era possível atravessá-la, mas que ela tinha uma textura que se assemelhava a um tecido grosso.

Com o passar do tempo, a aparição se tornou um aspecto permanente da vida da escola, assustando as pessoas com regularidade. Os pais das alunas começaram a retirá-las da escola e, apesar de Sagee ser uma funcionária modelo em outros aspectos, a direção não teve opção senão demiti-la (junto com sua dublê fantasma).

Fonte:http://hypescience.com/

Você tem medo do escuro?

(Fonte: vocetemmedodoescuro)

18/5/2014 | note 6 notas| Reblog |


"Você em um quarto lacrado, sem fecho de luz nenhum, total escuridão, a unica coisa que você consegue ouvir é o som de uma respiração se aproximando lentamente de você."
11/4/2014 | note 9 notas| Reblog |


"Você esta sozinho."
11/4/2014 | note 15 notas| Reblog |


"Não se deixe levar pelas aparências, muito das vezes pessoas não conseguem ver o que uma máquina fotográfica pode revelar. Aparições intrigantes e muito suspeitas diante de nossos olhos se afirma que algo muito estranho pode estar acontecendo no momento e em qualquer lugar que estivermos. Dizem algumas pessoas, que normalmente, quando alguém morre e não acredita que morreu, sua alma vaga pelos cantos e redondezas desse mundo. Essa questão de “além da vida e após a morte” são assuntos que precisam de muito cuidado, pois não conhecemos o sobrenatural de nossas vidas, nem mesmo muito bem o subconsciente.
A foto que vai ser mostrada foi tirada em uma floresta perto de um cemitério. Aparece vultos esbranquiçados com formas que qualquer um pode demonstrar.
Muitas pessoas poderão perguntar o “Por que” do tal fotógrafo conseguir revelar a foto de um lugar escuro e perto de um cemitério mostrando uma paisagem não muito significativa. Pois bem, existem pessoas que conseguem gravar um simples assalto, morte, ou seja qual for o acontecimento com câmeras amadoras e até mesmo fotografar esses terríveis acontecimentos. Muitos fotógrafos não se revelam nas revistas, manchetes e jornais por que passam por traumas jamais curáveis ou tivesse que passar por psicólogos para esquecer o fenômeno marcado na sua vida.
A única explicação que pode se dar é o momento exato (coincidência) para ter uma aparição como essas."
11/4/2014 | note 3 notas| Reblog |


"“A polícia na cidade russa de Yaroslavl prendeu um grupo de ‘góticos’ acusado de matar e comer quatro adolescentes em um sangrento ritual Satânico. Os oito supostos Satanistas, de 17 a 19 anos, teriam atraído as vítimas a festas na floresta nos limites da cidade de Yaroslavl, antes de induzi-los a beber e então esquartejar seus corpos. Policiais encontraram os braços e pernas das vítimas em uma vala, vestidos com símbolos Satânicos, e investigadores dizem que cada vítima foi esfaqueada 666 vezes – um número considerado um sinal do demônio”."
Vítimas


No tablóide The Sun há as fotos de dois dos acusados e da cruz invertida no local em que os corpos foram encontrados.

Embora a mídia explore o “Satanismo” em tais crimes e o parlamento russo tenha considerado há algum tempo a repressão à cultura “emo (no que foi abordado com humor pela rede), é interessante notar que apenas o Telegraph mencione que um dos oito suspeitos já passou por uma instituição psiquiátrica.

No Brasil, há dois anos nove crianças em São Gabriel da Cachoeira, Manaus, teriam se suicidado por influência do culto “satânico” liderado por um professor. No ano passado, um grupo de jovens também participava de rituais com um “vampiro” de 27 anos em Presidente Prudente, São Paulo – neste caso, nenhum sofreu violência física além de terem seu sangue sugado pelo “vampiro”.

É comum agrupar tais casos de suicídios e mortes relacionados com idéias “satânicas”, mas o que você raramente verá é o agrupamento destas trágicas mortes com outras vítimas de crenças mais aceitas socialmente. E que, em números absolutos, geram muito mais vítimas.

Basta uma simples pesquisa para ver que as mortes provocadas por “exorcismos”, por exemplo, são extremamente numerosas e comuns, e no entanto, tal prática é endossada ou permitida por muitos religiosos e autoridades. No Brasil, por exemplo, quase toda madrugada rituais de exorcismo estilizados são exibidos pela TV.

Não consta que o parlamento russo proíba o exorcismo. De fato, ele ainda é praticado pela Igreja Ortodoxa.

Ainda mais ironicamente, a própria repressão ao “Satanismo” mata mais que o Satanismo em si mesmo. O combate muito pró-ativo a tais “forças do mal” mata centenas de pessoas anualmente, principalmente em regiões pobres e supersticiosas da África, Ásia e Oriente Médio. Ainda se queimam “bruxas”.

Não, não estamos defendendo o Satanismo. Pelo contrário, este é evidentemente um agrupamento de idéias idióticas, que crianças vulneráveis podem abraçar sem defesa.

No entanto, mais importante e efetivo que coibir o “Satanismo”, é educar e prevenir a todos, jovens e adultos, contra qualquer “-ismo” prejudicial. Isto porém não interessa a vários “-ismos” absurdos predominantes em nossa sociedade, que em nome de “Deus” podem matar muito mais que os tolos adoradores de “Satã”.

Conhece o Exorcismo de Emily Rose? Esqueça o filme. Na vida real, a garota foi morta por omissão de socorro adequado e pelas práticas absurdas do exorcismo. Os padres não comeram seu corpo para completar os rituais de exorcismo, mas uma jovem foi vítima da mesma forma. Perversamente, “em nome de Deus”.

E o caso vira um filme em que tudo isso é invertido. Enquanto houver a crença estúpida em deus, haverá a crença estúpida no diabo, e as muitas vítimas de tudo isso.

O problema não é o diabo, ou mesmo deus. É a crença estúpida.

http://www.sedentario.org/colunas/duvida-razoavel/quatro-jovens-mortos-em-rituais-satanicos-8125 

(via terrorameianoite)

11/4/2014 | note 3 notas| Reblog |


Os ruídos da morte

terrorameianoite:

Extraído do Livro chamado: “O Livro dos Fenômenos Estranhos" de Charles Berlitz

Os habitantes das ilhas Samoa acreditam que, quando a morte se aproxima, pancadas secas paranormais são ouvidas na casa da vítima.

Esse estranho fenômeno já foi chamado de ruídos da morte, e sua existência representa mais do que mero folclore.

Genevieve B. Miller, por exemplo, sempre ouviu esses estranhos ruídos, principalmente na infância. As pancadas ocorreram durante o verão de 1924 em Woronoco, Massachusetts, quando sua irmã, Stephanie, ficou acamada com uma doença misteriosa.

Enquanto a menina permanecia na cama, ruídos estranhos, semelhantes a batidas feitas com os dedos, ecoavam pela casa. Eles soavam de três em três, sendo que o primeiro era mais longo do que os outro dois.

Certa vez, o pai de sra. Miller ficou tão irritado com os ruídos que arrancou todas as cortinas das janelas da casa, culpando-as por aquele barulho infernal. Contudo, essa demonstração de nervosismo de pouco adiantou para terminar com aquele sofrimento.

No dia 4 de outubro, já se sabia que Stephanie estava morrendo. Quando o médico chegou, ele também ouviu as pancadas estranhas.

- O que é isso? - perguntou, voltando-se para tentar descobrir a fonte do barulho.

Quando se virou novamente para a pequena paciente, ela pronunciou suas últimas palavras e morreu. As pancadas diminuíram a atividade após a morte de Stephanie, porém nunca chegaram a parar de todo. Elas voltaram, ocasionalmente, quando a família se mudou para uma casa nova.

Então, em 1928, o irmão de Stephanie morreu afogado quando a superfíc ie congelada de um rio, sobre a qual caminhava, quebrou-se. A partir dessa época, os ruídos da morte nunca mais foram ouvidos.

11/4/2014 | note 2 notas| Reblog |



Era inicio de noite, parecia que seria uma noite como qualquer uma, tudo estava acontecendo rotineiramente, nada fora do comum. Eu morava em uma vila, não muito movimentada, o que à deixava com um ar um pouco assombrado, mas meus pais moravam ali há 24 anos, e nada tinha acontecido até então. Continuando, como de costume, recolhi-me ao meu quarto tendo em mãos um livro, e meu celular, tranquei a porta e comecei a ler. Coloquei os fones no ouvido, eles me ajudavam a concentrar-me na leitura, ao contrário do que minha mãe pensava. A música era suave, e ao mesmo tempo assustadora, o que fazia jus ao livro que eu lia. O livro contava a história de uma garota filha de um grande empresário, que havia um grande segredo: Ele tinha matado sua antiga esposa, e seus dois filhos. A garota, logo após descobrir isso, passou a fugir de seu pai, que tentava lhe matar, para que seu sombrio segredo não fosse adiante. Aquela história de certa forma, me era convidativa, já que boa parte de mim, digamos que, era atraída pelo obscuro. E era incrível a forma que a leitura me prendia, quando me dei conta, já passava da meia-noite. Resolvi ajeitar minha cama, e esperar que o sono chegasse. Joguei o livro dentro do guarda-roupa, e tentei dar uma “maquiada” em meu quarto, já que a bagunça era tão grande, que se eu fosse realmente arrumar iria levar a noite toda. Deitei na cama, e me enrolei com meu cobertor, que já era como parte de mim, pois não conseguia dormir sem ele. Me cobri dos pés a cabeça, e fiquei pensando na história do livro. Quando estava pegando no sono, escutei um barulho, que não me era estranho, parecia com os que eu escutava em filmes de terror. Bom, tentei ignorar, e fingir que era fantasias da minha cabeça. Fechei os olhos, e outro barulho, esse foi mais assustador e seguido de um grito rouco, parecia sentir muita dor. Me cobri o suficiente para que apenas meus olhos ficassem expostos, e tentei ver pela fresta da porta, via uma sombra se aproximando, e aquilo me causou medo, e consequentemente me arrepiei ao ver o que estava chegando. Com certeza não era humano, era realmente assustador, a coisa arrastava meus pais, que estavam completamente ensaguentados, mas pareciam estar vivos ainda. A coisa se aproximou da porta, e abriu devagar, fazendo um barulho que me fez fechar os olhos, e uma lágrima escorreu pelo meu rosto. Eu tinha vontade de saber o que era aquilo, mas o medo me impedia até de abrir os olhos. Juntei todas as forças que ainda me restavam, e abri os olhos devagar, e vi que a coisa tinha deixado meus pais perto da minha cama, de frente pra mim, e logo em seguida começou a riscar algo na parede, o que por um momento não me foi possível entender, já que as lágrimas atrapalhavam minha visão. Fechei os olhos com força, e as lágrimas caíram, abri em seguida, e a coisa estava mais próxima de mim, olhei em direção a parede, e consegui ler o que tinha escrito: EU SEI QUE VOCÊ ESTÁ ACORDADA…

Era inicio de noite, parecia que seria uma noite como qualquer uma, tudo estava acontecendo rotineiramente, nada fora do comum. Eu morava em uma vila, não muito movimentada, o que à deixava com um ar um pouco assombrado, mas meus pais moravam ali há 24 anos, e nada tinha acontecido até então. Continuando, como de costume, recolhi-me ao meu quarto tendo em mãos um livro, e meu celular, tranquei a porta e comecei a ler. Coloquei os fones no ouvido, eles me ajudavam a concentrar-me na leitura, ao contrário do que minha mãe pensava. A música era suave, e ao mesmo tempo assustadora, o que fazia jus ao livro que eu lia. O livro contava a história de uma garota filha de um grande empresário, que havia um grande segredo: Ele tinha matado sua antiga esposa, e seus dois filhos. A garota, logo após descobrir isso, passou a fugir de seu pai, que tentava lhe matar, para que seu sombrio segredo não fosse adiante. Aquela história de certa forma, me era convidativa, já que boa parte de mim, digamos que, era atraída pelo obscuro. E era incrível a forma que a leitura me prendia, quando me dei conta, já passava da meia-noite. Resolvi ajeitar minha cama, e esperar que o sono chegasse. Joguei o livro dentro do guarda-roupa, e tentei dar uma “maquiada” em meu quarto, já que a bagunça era tão grande, que se eu fosse realmente arrumar iria levar a noite toda. Deitei na cama, e me enrolei com meu cobertor, que já era como parte de mim, pois não conseguia dormir sem ele. Me cobri dos pés a cabeça, e fiquei pensando na história do livro. Quando estava pegando no sono, escutei um barulho, que não me era estranho, parecia com os que eu escutava em filmes de terror. Bom, tentei ignorar, e fingir que era fantasias da minha cabeça. Fechei os olhos, e outro barulho, esse foi mais assustador e seguido de um grito rouco, parecia sentir muita dor. Me cobri o suficiente para que apenas meus olhos ficassem expostos, e tentei ver pela fresta da porta, via uma sombra se aproximando, e aquilo me causou medo, e consequentemente me arrepiei ao ver o que estava chegando. Com certeza não era humano, era realmente assustador, a coisa arrastava meus pais, que estavam completamente ensaguentados, mas pareciam estar vivos ainda. A coisa se aproximou da porta, e abriu devagar, fazendo um barulho que me fez fechar os olhos, e uma lágrima escorreu pelo meu rosto. Eu tinha vontade de saber o que era aquilo, mas o medo me impedia até de abrir os olhos. Juntei todas as forças que ainda me restavam, e abri os olhos devagar, e vi que a coisa tinha deixado meus pais perto da minha cama, de frente pra mim, e logo em seguida começou a riscar algo na parede, o que por um momento não me foi possível entender, já que as lágrimas atrapalhavam minha visão. Fechei os olhos com força, e as lágrimas caíram, abri em seguida, e a coisa estava mais próxima de mim, olhei em direção a parede, e consegui ler o que tinha escrito: EU SEI QUE VOCÊ ESTÁ ACORDADA…

(via horroratmidnight)

11/4/2014 | note 115 notas| Reblog |


nao-e-apenas-seu-medo:

Do outro lado da linha.

Cheguei em casa, e como de costume larguei minhas coisas em qualquer lugar. Já estavam todos dormindo, então resolvi ir assistir um pouco de Tv na sala. Estranhamente recebi uma ligação do meu próprio número, respirei fundo, e atendi. Do outro lado da linha, eu podia ouvir minha própria voz… Eu pedia ajuda, e gritava muito. Achando ser algum trote ou brincadeira de mal gosto, desliguei a ligação e fui dormir. Me deitei, mas estava muito difícil de tirar o que eu tinha escutado da minha cabeça, aquilo era horrível e não me deixou dormir por bastante tempo. Finalmente, consegui dormir por algumas horas, mas acabei acordando de madrugada. Marcavam 3h da manhã, estava muito frio, minha cama estava gelada, então levantei para tomar água. Na cozinha, notei que algo me observava pela janela enquanto eu enchia o copo, mas não olhei, queria acreditar que era coisa da minha cabeça. Voltei para meu quarto, que mais parecia um congelador, e me deitei novamente, só ali tive certeza de que “algo” estava me observando. Pois a cama já estava quente. Com muito medo, tomei coragem para olhar em baixo da cama. E lá estava a “criatura”. Assustada, caí no chão e fui me arrastando para fora do quarto enquanto ela vinha atrás de mim. Eu pedia ajuda, e gritava muito.

Mas agora não peço mais nenhuma ajuda, e nem grito mais… de agora em diante esse é o seu papel.

(via horroratmidnight)

11/4/2014 | note 52 notas| Reblog |


O Espelho

theybelieveinyou:

Nancy Fieldman, uma garota bonita e inteligente, de origem humilde, trabalhava em uma mansão na Inglaterra, juntamente com sua mãe por volta do ano 1870. Segundo a historia, O Senhor, dono da mansão onde Nancy e sua mãe trabalhavam era um homem com sérios problemas de personalidade, um “psicopata” sem escrúpulos, que tratava as duas muito mal, deixando para elas apenas as sobras de seus frequentes banquetes e um quarto frio onde as duas se acomodavam durante a noite, naquela mansão com inúmeros quartos quentes que ficavam trancados para o uso apenas dos hospedes e convidados. Devido ao tratamento desumano e também a uma anemia profunda, a mãe de Nancy veio a falecer, deixando para sua filha seus únicos bens materiais, uma pequena boneca de pano e um espelho emoldurado em mármore, deixado por seu pai com o seguinte dizer: “Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja” (entalhado na parte inferior do espelho). Nancy era uma garota tímida, porem muito sorridente, entretanto, com a morte de sua mãe, Nancy entrou em uma forte depressão e queria abandonar a mansão. O dono da mansão, sabendo de suas intenções, trancou a garota em um porão, de onde ela não podia sair, e o que era pior, a garota passou a ser violentada todas as noites naquele lugar. Certo dia, cansada desse sofrimento e sentindo muitas dores, Nancy tentou reagir as agressões a que era submetida, dando um golpe com sua boneca de pano na cara do homem. O dono da mansão, muito revoltado com a garota, esbofeteou-a e a asfixiou com a própria boneca. A garota derrubou o espelho ao se debater e ainda sem ar disse suas ultimas palavras: “Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja”. Semanas depois o homem foi encontrado com os cabelos completamente grisalhos, morto sem explicação com um pedaço do espelho entre as mãos. Ate hoje a morte desse homem tem sido um mistério, dizem que muitas pessoas morreram ou ficaram loucas após se apossarem daquele pedaço de espelho, muitos dizem ver o reflexo da pequena Nancy.
(via Medo Puro )

(via horroratmidnight)

11/4/2014 | note 6 notas| Reblog |


Tesouro Macabro

theybelieveinyou:

A história que contarei a seguir é sobre dois amigos de infância, Pablo e José. Os dois eram mexicanos e andarilhavam em direção de San Juan, um pequeno vilarejo na província de Chiapas.
Estava chovendo muito e os cavalos já estavam inquietos. Pablo observara uma caverna em meio às árvores e exclamou: “Veja José, uma gruta seca. Vamos usá-la como abrigo até a chuva passar.” José não titubeou e seguiu seu amigo até a tal gruta. Lá dentro, os dois se abrigaram e acomodaram os cavalos. A caverna era gelada e José sentiu um calafrio que percorreu sua espinha. “Vamos sair daqui Pablo, esta caverna me dá arrepios.” Balbuciou José tremendo de frio e medo. “Bobagem! Lá fora podemos até morrer naquele temporal. Aqui nós estamos secos e seguros.”Retrucou Pablo.
A chuva não dava nem um sinal de cessar. José estava impaciente e Pablo curioso com a caverna. “Vamos lá para o fundo, estaremos mais seguros lá.” Entusiasmou-se Pablo. “Estas louco homem, podemos nos perder naquela escuridão.” Protestou José. “Covarde! Vamos lá, seja homem pelo menos uma vez nessa sua vida.” Ameaçou Pablo com um sorriso sarcástico. Mesmo temendo pela sua própria vida, José segue o amigo até o fundo da caverna. Pablo, indo na frente, acende um fósforo e se surpreende com o que vê. Jogado ao chão, milhares de moedas de ouro e prata e até algumas jóias que refletiam a luz do fósforo. Junto delas, um esqueleto humano. Pablo dá uma gargalhada e grita.”Estamos ricos José, ou melhor, estou rico José!” Virando-se imediatamente para o amigo e apontando a garrucha diretamente para a testa dele. Pablo dá um sorriso e vê o pavor do amigo que suplica.”Não Pablo, pelo amor de Deus… nós somos amig….” E um estrondo interrompe a voz de José. Com um tiro certeiro, Pablo espalha os miolos do amigo no chão… “He, he, he…agora o ouro é só meu, todo meu.” Recolhendo o tesouro e colocando-o num saco, Pablo já vai até pensando no que fazer com o dinheiro.
O tempo passa e a chuva também. Com o tesouro devidamente embalado, Pablo sai da caverna sorrindo e gozando do cadáver do amigo.”Pena que você não poderá se divertir com este dinheiro companheiro.” Pablo coloca o saco com o tesouro no lombo do cavalo e ruma para o vilarejo. Chegando lá, ele vai diretamente para uma pensão contabilizar o seu achado. Euforicamente, Pablo sobe para o seu quarto mal podendo conter sua alegria. Já no quarto, o homem tranca a porta e joga o saco no chão. Ao abri-lo, Pablo depara-se com uma cena inesperada e pavorosa. “Não, não pode ser !!!” Agoniza o coitado. Ao invés do tesouro, ele encontrou o cadáver rígido de seu amigo José.

(via horroratmidnight)

11/4/2014 | note 4 notas| Reblog |


Casa Abandonada

theybelieveinyou:

Ao chegar as férias um grupo de adolescentes descobriram uma casa abandonada, e alguns foram forçados a irem por medo de serem ”excluídos” da turma.Eles marcaram para se encontrar em frente á casa exatamente meia noite. E assim,quando todos chegaram, eles entraram.
A estrutura da casa já estava condenada e além de estar com muito pó. Eles se sentaram no chão fazendo um círculo. E um garoto chamado Brad começou a contar uma história sobre o suposto dono da casa.
” Era noite de quarta -feira quando ele fez sua primeira vítima,ele matou a própria esposa estrangulada e colocou a culpa no mordomo.”
Brad fez uma pausa, e olhou para os rosto dos colegas . Como ninguém demonstrou nenhuma reação ele continuou.
” O tal mordomo foi preso e morto na cadeia por seus próprios colegas de cela. E o homem virou dono de um cabaré , chamado ”stars” no centro da cidade.Era o lugar mais badalado de São Paulo, apenas ricos o frequentavam . Haviam dançarinas e prostitutas ,quartos separados para os casais que quisessem ficar mais há vontade. Havia shows de jazz, blues e todo tipo de música acompanhada de um instrumento. O homem acabou ficando milionário.Ele se casou novamente e a sua esposa estava esperando um bebe.
Era noite de estreia de um artista famoso no cabaré, logo após o fechamento, Alice uma garota bonita era dançarina e tinha por volta de 18 anos e ainda estava se trocando no camarim. Ele abriu a porta e ficou olhando ela se arrumar . Ela ficou surpresa em vê-lo ali , lhe deu um sorriso e continuou fazendo suas coisas . Ele entrou.Trancou a porta. E continuou olhando pra ela , assustada ela tenta sair e ele a estupra.
As lágrimas e toda machucada Alice olha pra ele e pergunta: -Porque você fez isso comigo?. E ele a respondeu calmamente :- Você não dança tão bem quanto as outras e a esfaqueia. Depois ele incinera o corpo num forno antigo que se situava atrás do cabaré.Ele voltou para casa e deu uma noite de princesa para sua esposa, fez todas as vontades dela. Dois meses depois o bebe nasceu,era uma menino, eles colocaram o nome da criança de…”
Brad voltou a olhar para os colegas e disse: -Eu não me lembro direito do nome do menino, é um nome esquisito.Seus amigos disseram que não importava e que era para ele continuar.Ele fez que sim com a cabeça e prosseguiu com a história.
” O menino cresceu como uma criança normal,o pai sempre lhe deu tudo. Mas em 5 de dezembro de 2002 aconteceu o que não estava previsto, o pai do menino teve um surto de raiva. O levaram para um centro de reabilitação pensando que o acontecido era apenas um enorme estresse por causa do trabalho. Meses depois , ele matou um enfermeiro esfolado e fugiu . Porém, foi capturado pela polícia e levado ao um hospício de segurança máxima. Onde foi diagnosticado como psicopata. Sua família ficou arrasada , eles alegaram que o pai nunca havia feito nada de ruim para ninguém. O menino que idolatrava o pai, colocou a culpa na mãe por ter deixado que o levassem. Anos depois quando o garoto completou 13 anos, ele recebeu uma carta de seu pai com a seguinte inscrição na frente :Não mostre para ninguém. O menino todo feliz subiu para o quarto e começou a ler a carta. Dentre muitas coisas dizia: Eu acho que eu te ensinei a fazer tudo. Tempos depois o homem foi encontrado morto na própria cela com a garganta cortada. ”
Uma garota interrompeu Brad dizendo: - Então essa história é verdadeira! Porque saiu em um site a morte de um perigoso assassino num hospício de segurança máxima.
Brad se virou para ela e disse:Papai falava demais!

(via horroratmidnight)

11/4/2014 | note 7 notas| Reblog |


O Mosteiro de Satanás

horroratmidnight:

1952, quinta feira, dia 23 de dezembro. Leonel sai de casa para passar o natal com a família no Rio de Janeiro. Nas estradas mineiras chovia como ele nunca tinha visto antes. Sozinho no carro Leonel sentiu um calafrio como se estivesse prestes a morrer. Na mesma hora ele parou o carro. Começou a sentir febre e a suar frio. Na estrada não passava um veículo e a chuva tinha apertado mais. Quase cego com a tempestade Leonel avista uma luminosidade não muito longe dali. Caminhando com dificuldade o pobre homem chega até o portão do queparecia ser um mosteiro franciscano . Ele bate na porta e grita por ajuda mas desmaia antes dela chegar.

Leonel acorda com muita dor de cabeça em um quarto escuro. Ele estava deitado numa cama simples e pela janela podia ver que a chuva não havia reduzido. Quando tentou levantar-se da cama a porta se abre e um homem alto vestido de monge entra no quarto. “Você deve deixar o mosteiro imediatamente.” falou, com uma voz preocupada. “Estou doente, não podem me mandar embora deste jeito, por favor deixe-me ficar.”, agonizou Leonel quase chorando. O monge não disse mais nada e se retirou do recinto. Preocupado em ter que ir embora Leonel se levanta e sai do quarto sorrateiramente. O lugar mais parecia um calabouço medieval. O coitado não sabia o que fazer. Por instinto Leonel  desce as escadas da masmorra. Uma voz o chama. Ela vem de uma cela, a porta está trancada e pela pequena grade um homem magro de cavanhaque conversa com Leonel. “Amigo, você precisa me ajudar. Esses monges me prenderam aqui e me torturam quase diariamente. E eles farão isso com você também se não fugirmos logo. Por fa…”Antes do sujeito concluir o monge alto grita com Leonel. “Saia daí!!!” agarrando-o pelo braço o monge arrasta o enfermo rapaz escada acima. O pobre Leonel não tinha forças para reagir e foi levado facilmente.

Já em uma sala gigantesca repleta de monges Leonel se vê como um réu sendo julgado. O franciscano que parecia o líder falou. “Rapaz, você deve ir embora imediatamente. Foi um erro nosso tê-lo deixado entrar aqui. Sabemos do seu estado de saúde mas não podemos deixá-lo ficar”. Leonel mal ouviu o homem e desmaiou novamente. O infeliz viajante acorda mais uma vez na masmorra.

A porta do quarto estava aberta e Leonel sai a procura do homem que estava preso no andar de baixo. Sem vigília, ele consegue chegar até a cela do magrelo. Mal se aproxima e Leonel é surpreendido com o sujeito na pequena grade já pedindo ajuda. “Por favor, me tire daqui. Eles vão nos torturar, eles são de uma seita maligna. São adoradores de Satanás.” Tremendo como uma vara verde em dia de chuva, Leonel corre atéum pequeno depósito em busca de uma ferramenta capaz de abrir a cela. Minutos depois ele retorna com um imenso pé de cabra.

Com um pouco de esforço a porta é arrombada. O sujeito magro sai correndo da cela e rindo como se uma piada hilária tivesse acabada de ter sido contada. Sem saber do que se tratava, Leonel corre também, mas dá de cara com um monge de quase dois metros de altura. “ O que você acaba de fazer, maldito?!” Rugiu o franciscano. “Me solte! Me solte seu filho de Satanás!” Gritava Leonel tentando se soltar do agarrão  do monge. Com um olhar de temor e raiva o homem alto encara o pobre Leonel… “Você não sabe o que fez… sua vida está condenada agora. Você acaba de libertar o próprio Satanás. E ele fará de você o seu servo predileto. Sua alma será dele”. Logo após o monge ter terminado de falar Leonel dá um grito de pavor… seu último grito de pavor. Naquele instante o pobre e inocente viajante acaba de ter um fulminante ataque cardíaco que levou sua alma literalmente para  os quintos dos Infernos, ao lado do, agora, seu eterno mestre, Satanás.

11/4/2014 | note 4 notas| Reblog |


6/2/2014 | note 336 notas| Reblog |


Tarde da noite

myshortsstories:

A casa estava vazia quando entrei. As gotas de chuva escorriam por minhas roupas e gotejavam no piso de madeira. Era como se eu já conhecesse aquele cenário de sonhos distantes. Minha casa. Meu lar.
Deixei o casaco no cabide da porta e fui entrando na sala de estar. Aquilo era tão bagunçado que alguém poderia se esconder ali e nunca mais ser encontrado. Parei de pensar naquele exato momento e comecei a me sentir paranoico. Procurei com a cabeça e tentei focar meus olhos nas sombras. Em tempos como aquele, era difícil ficar calmo.
Enchi um copo de whisky que tinha ganhado de aniversário de uma das minhas ex-namoradas e sentei-me na poltrona em frente a televisão. Eu ainda estava molhado e estragaria o estofado do sofá, mas não era hora de pensar nisso, eu não queria pensar em nada. O dia tinha sido difícil.
Liguei a TV e coloquei no noticiário. Nada melhor do que prestar atenção nos problemas do mundo para esquecer um pouco os meus. A previsão do tempo, óbvia, disse que iria chover por toda a noite e foi seguida pela parte mais incômoda do jornal. Era a hora de ver como os seres humanos conseguiam ser baixos.
Logo na primeira notícia, um choque: “Corpo da sétima vítima do ‘cirurgião’ é encontrado em parque municipal próximo à rua das esmeraldas”.
Um calafrio percorreu meu corpo. Tinha sido tão perto da minha casa. Porém, aquilo não poderia representar nada, eu sempre tinha sido tão cuidadoso com a questão da segurança.
Levantei-me impaciente, não conseguia mais me acalmar depois daquela notícia. Eu sentia medo. Sete corpos, um deles tão perto da minha casa. Eu tinha trancado a porta? Isso devia ser o whisky cumprindo sua função de me deixar paranoico.
Fui até o meu quarto. Eu precisava me livrar de todo aquele estresse. Senti uma injeção de adrenalina percorrer meu corpo. Ao abrir a porta, senti um calafrio. Eu sabia exatamente o que me esperava ali.
Clarice Blaire, minha décima quinta vítima, estendida sobre minha cama.
Dessa vez, eu teria que ser mais cuidadoso na hora de esconder o corpo.

8/1/2014 | note 24 notas| Reblog |